O novo amor

Um gradiente de cores. Tudo diz ou nada explica, perspetivando-se diferencialmente. É uma taxa de variações físicas, porque é isso que é um gradiente, mas compondo–se, esta minha expressão para a definição deste arco-íris, com as cores, adiciona-se também a química e emoção da coisa. Já um símbolo, já um reconhecimento socialmente global que traz para muitos a aceitação por outros a total discordância. O arco-íris da LGBT. Eu chamo-lhe amor.

A humanidade, desde os seus primórdios, é construída com este sentimento inerente aos seres humanos e que os faz distinguir dos demais seres do reino animal. Este gradiente reflete um amor, escondido, proibido, não conciso outrora, e que, transporta para uma aldeia global liberal a representação da diversidade humana e do amor nas suas possíveis formas e imagináveis. A revolta existe e exige a compreensão daquilo que somos e a procura para tal.

A revolta existe para melhor compreensão dos outros, para rasgar preconceitos e para demostrar de como somos feitos, independentemente de quem e do que amamos. Eu sou do amor, e esperançosamente espero que todos nós também o sejamos.

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