Braga. Dos bons velhos aos bons novos

Paixão. Não poderia deixar de descrever assim, desta forma, a cidade em que fui nascida e criada. Braga renova-se a cada ano que passa, nunca deixando as raízes daquilo que sempre foi. Os bons velhos adaptam-se, admiram e usufruem da sua luz, das cores vibrantes e da agitação dos bons novos, que a ocupam no compasso diário. É uma cidade pequena em expansão. Os bons novos misturam-se com os bons velhos havendo, assim, uma maior compreensão da vida. Os bons velhos retratam cada ruga definida pelo tempo, como forma de sabedoria e conhecimento. E os bons novos fazem da sua jovialidade, o progresso e o despreconceito, em tempos que se dizem difíceis. ‘Turistar’ na minha, na nossa cidade romântica, faz bem ao ego, ao orgulho bracarense. Marcada sobretudo pela felicidade, Braga é a cidade portuguesa mais feliz. E a combinação de bons novos e bons velhos é a conjugação para toda esta consideração. Aos bons novos só peço o olhar demorado, o positivismo e a energia fervilhante. Aos bons velhos, só peço que nos sorriem. É preciso apreciar as mais pequenas coisas da vida e elas estão mesmo à nossa frente, na nossa cidade.

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1 Comment

  • Responder Outubro 22, 2016

    Teresa Borges Palmeira

    Uma perspectiva entusiasmada e entusiasmante de uma cidade , em si, monumental (sob qualquer aspecto).Parabéns, Joana. Os teus olhares são fascinantes.

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