Viver e sentir Cuba é possível no Museu D. Diogo de Sousa

Cuba. As ruas e as gentes de Cuba. As ruas antigas e quentes que ficam no coração. Todas e tantas histórias que nos fazem amar Cuba. Cuba que ama os artistas, que respeita o sol e o mar. Cuba cheio de gente que parte em busca de um mar inteiro, para depois voltar à terra que os preenche.

“Retrato de Cuba” é a exposição que está patente até 31 de Agosto no Museu D. Diogo de Sousa, um trabalho de José Carlos Costa e com curadoria de Adriana Henriques. Vaguear pelas ruas de Cuba é um regresso ao passado, é entrar numa cápsula do tempo e sair numa ilha suspensa nos anos 50! “Havana velha” é um genuíno museu vivo… há trabalhadores sem motivação, gente que regateia e massacra e me dirige palavras sem sentido, e muitos que me pedem para serem fotografados. Outros sentados na porta de casa contam o tempo passar… Apesar das dificuldades evidentes no seu rosto, nas suas casas… uns apresentam-se com um rosto gasto, de sorriso conformado mas pacífico. Nos restantes, as suas sobrancelhas não são descaídas, os cantos dos lábios não são curvas tristes, os rasgos dos olhos são expressivos e a idade não se vislumbra na pele. Estes cubanos voluteiam no café da esquina como as notas se ordenam na pauta musical… um ritmo perfeito nos pés. Estes são os retratos de Cuba.

 

 

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