SEMIBREVE anuncia 12 instalações artísticas


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Em contagem decrescente para o arranque do SEMIBREVE, o festival de música electrónica e artes digitais vê o seu programa enriquecido com a presença de uma dúzia de instalações artísticas que poderão ser visitadas durante os 3 dias do festival que decorrerá no Theatro Circo,  GNRation e Casa Rolão.

Com os passes gerais esgotados há mais de dois meses, a 5ª edição do Festival aumentou em quantidade e qualidade o número de artistas presentes, entre os quais se destacam Tim Hecker, Dopplereffekt, Vessel + Pedro Maia, Roedelius, Klara Lewis, Oren Ambarchi, Heatsick, Takami Nakamoto + Sebastien Benoits, e Peder Mannerfelt. Relembramos que restam ainda alguns bilhetes singulares para os concertos na sala principal do Theatro Circo.

Instalações Artísticas – Festival SEMIBREVE 2015

“Pray for our souls” – GNRation

“Pray for our souls” surge de um sonho, algum tempo depois da morte do meu pai. Um sonho sobre saudade, sobre a ausência, sobre o vazio e a irreversibilidade da morte, da marca indelével que ela deixa em cada um de nós, transformando­‐nos num tipo diferente de animal, destinados a nunca abandonarmos realmente os nossos mortos, e avessos a aceitar por sua vez que os nossos mortos nos abandonem. “Pray for our souls” concilia através da expressão artística e de mecanismos tecnológicos a face inevitável da experiência humana, construindo para tal um memorial no qual cada morte é simbolizada pela partida de um balão. Cada máquina procura permanentemente casos de óbitos publicados na internet através de um feed de notícias.

Conceito: Rui de Carvalho

Electrónica: Sérgio Gonçalves

Programação: Pedro Branco, Rui de Carvalho, Sérgio Gonçalves

Som e Música: Kyriakos Koursaris

Orientação: Pedro Branco

“(In)visible Touch” – GNRation

Instalação artística que equaciona a experiência táctil em estreita articulação com o 3D através de uma escultura e de uma representação tridimensional da mesma. Pretende que o utilizador coloque em questão dois sentidos que se complementam.

Catarina Marques / Católica Porto Escola de Artes

“As Marcas da Gravidade nos Ombros do Carteiro” – Theatro Circo

as marcas da gravidadeEnquanto vivemos, duas coisas temos como certas: a morte no final dos nossos dias e a força da gravidade a atrair-nos ao chão. Durante esse tempo, oscilamos sempre entre um e outro lado das coisas. E tal como o carteiro, carregamos o peso dos sonhos de porta em porta enquanto ouvimos o eterno rumor das pessoas. No dia seguinte, voltamos novamente ao mesmo ponto dispostos a iniciar um novo ciclo. E tal como Sísifo, sabemos que há uma pedra que é só nossa e que somos nós que temos que a carregar.

 

Esta peça é uma metáfora sobre a nossa existência, sempre entre o equilíbrio e o desequilíbrio, o ir e o ficar, e a eterna procura da morte da própria morte.

www.vitorjoaquim.pt / Vitor Joaquim

“Aural Imaging” – Theatro Circo

Aural Imaging é uma instalação que combina a análise de som com mediação algoritmíca, para gerar uma composição visual dinâmica.

A instalação pretende explorar a natureza do som e a forma como a informação sonora pode ser processada, manipulada e traduzida para um novo meio.

O conceito da instalação deriva do caráter único de cada performance e de cada visualização resultante.

Em última análise, o resultado final traduzirá sempre uma reinterpretação da performance original, oferecendo, paralelamente, uma perspetiva alternativa ou complementar.

Edigma

“Gamult” – Theatro Circo

gamaleao robóticoÉ uma história que começa em Java… Primeiro era o Gamelão, a beleza sonora feita à mão, uma das preciosidades da Casa da Música. Depois surgiu o Gamelão Robótico, um processo tecnológico de manipulação simples que tornou possível a qualquer pessoa explorar, por controlo remoto, alguns módulos de gamelão original. Surgido no âmbito do Ao Alcance de Todos e posteriormente usada pelo público em geral e em intervenções artísticas, envolve um hardware que acciona braços mecânicos. Para o Gamelão Robótico desenvolveu-se na Digitópia, entretanto, o Gamult: com este software, a nossa pequena orquestra de robôs-instrumentistas passou a ser controlada por uma interface intuitiva e original. Numa fórmula três em um, um instrumento oriental de origem milenar, exigindo protecção, recebe a nova tecnologia. Podemos tocá-lo sem lhe tocar.

Gamelão Robótico: Rui Penha, Miguel Ferraz e José Luís Azevedo

Gamult: João Menezes, Diogo Tudela, Tiago Ângelo, Nuno Hespanhol, Óscar Rodigues e José Alberto Gomes

Digitópia, Casa da Música

“HIVE” – GNRation

HIVE is about the individual and its contribution to the whole. A pulse sensor measures the user’s heartbeat and uses it to create an entity within the system. The juxtaposition and interaction of the different users’ heartbeats creates a soundscape rich in polyrhythm and motion as the entities assume their positions and establish a stochastically generated structure that evolves over time.

Abel Neto, Pedro Feio / Universidade do Porto

“Matrix Shapes” – GNRation

Matrix Shapes é uma instalação audiovisual interativa com gráficos abstratos gerados em tempo real pela análise de parâmetros musicais. O utilizador interage com o sistema dinamicamente, alterando as formas, texturas, movimento e cores dos gráficos, através de gestos e deslocação no espaço envolvente.

Bruno Marques / Instituto Politécnico de Castelo Branco

“Objecto Ressonante em Latão” – GNRation

Uma estrutura de ferro e latão que serve de suporte à reprodução de uma composição sonora que estuda a transformação de timbres metálicos quando reproduzidos através de uma folha de latão.

Nuno Castro / Católica Porto Escola de Artes

“Phil Niblock & Ana Carvalho” – GNRation

Emergindo no espaço físico da galeria, a distintiva densidade sónica de Phill Niblock imbui-se de um certo cunho transcendental, dialogando com a circularidade das imagens cromaticamente frondosas de Ana Carvalho.

“Quietude Acelerada” toma por base um argumento sensorial, através do qual é proposto o calcorrear metafórico de uma possível vereda por entre a subtileza do Assomo e da serenidade do Desvanecimento. A ausência da força gravitacional serve de analogia para descrever uma certa não intencionalidade no movimento.

Phill Niblock é artista Intermédia norte-americano cujo trabalho se concentra por várias áreas, tais como: criação musical assistida por computador, música, cinema, fotografia e vídeo.

Desde os meados da década de 1960 que Niblock compõe música densa para ser escutada a alto volume. As suas criações musicais são compostas por dronespreenchidos com micro-tons de timbres instrumentais que se expandem, gerando, consequentemente, novos tons quando tocados em concerto. Paralelamente, Phill Niblock, apresenta filmes / vídeos que representam o movimento das pessoas a trabalhar, assim como imagens digitais abstractas a preto e branco, que flutuam no Tempo.

Exerce, desde 1985, funções de director da Experimental Intermedia Foundation (EI) em Nova Iorque na qual é membro/artista desde 1968. É produtor de música e eventos Intermédia, na EI, desde 1973. É ainda curador da editora XI Records.

A música de Phill Niblock encontra-se disponível através das editoras: XI, Moikai, Mode e Touch. Os DVD’s dos seus filmes estão disponíveis através da editora Extreme. Em 2014 recebeu o prémio John Cage, atribuído pela Foundation for Contemporary Arts.

Ana Carvalho é artista Intermédia. Compõe e faz performance com vídeo. O seu trabalho videográfico performativo traduz uma incessante procura, através das Cores e das Formas – inerentes à multitude Naturopolifónica – pela relação entre o microscópico e o cósmico, entre a unidade e o indistinto ruidoso. Os seus projectos descrevem interacções com outros de onde surgem combinações narrativas entre a ficção e a realidade, reflectindo desta forma o processo como prática artística.

Artista vencedora do prémio “Bolsa Ernesto Sousa”, edição de 2012, trabalha em ambientes colaborativos com artistas de várias áreas, especialmente artistas sonoros.

Ana Carvalho é uma dos oito artistas que constituem o cordão ANDRÓMEDA, através da qual tem apresentado diversas performances em Portugal.

www.experimentalintermedia.org

http://cargocollective.com/visual-agency

“Sonic Dimensions” – GNRation

Sonic Dimensions é instalação audiovisual que permite a interacção em tempo real com os elementos visuais e sonoros.

o utilizador é colocado no centro de um espaço visual e sonoro tridimensional e convidado a transformar os elementos sonoros existentes através da manipulação de objectos virtuais com os seus próprios movimentos no espaço.

Sonic Dimensions implementa um sistema não invasivo de detecção de movimentos baseada no sensor Microsoft Kinect, que, juntamente com um interface visual de gráficos tridimensionais, permite uma interacção natural e imersiva.

Jorge Pandeirada, João Henriques, André Sequeira / Instituto Politécnico de Castelo Branco

“tooclose” – GNRation

“tooclose” consiste numa instalação reativa, que visa explorar a possibilidade de desenvolvimento de diferentes estados sensoriais em torno do conceito de empatia entre o homem e a máquina.

Representa-se nesta instalação, o quadro quotidiano, “homem vs “o objecto/máquina”, não num sentido de confronto, mais sim num sentido de comunhão individual e criação de sentimentos, sejam eles bons ou maus.

Neste âmbito, é possível despoletar alterações no estado basal da máquina através da presença e proximidade do(s) utilizador(es).

De modo a ilustrar esse efeito de interação – homem vs máquina – a instalação pretende activar o estado empático através de uma escultura composta por vários detalhes entre eles, detalhes luminosos e sónicos.

João Henriques, Mariana Sardon, Marta Santos, Sónia Brioso / Universidade do Porto

“Xilotron” – GNRation

Xilotron é um instrumento musical interativo, baseado no xilofone de água, que explora a forma como a tecnologia pode potenciar a criação de melodias e a sua exponenciação massiva através da partilha direta nas redes sociais.

O projeto foi desenvolvido por recém licenciados do curso de Design Gráfico e Multimédia da Escola Superior de Artes e Design (ESAD.CR), do Instituto Politécnico de Leiria.

Ana Rita Malaquias, Adriana Peixoto, Bruno Guedes, Paulo Pascoal, Rafael Silva, Orientador Marco Heleno / Escola Superior de Artes e Design do Instituto Politécnico de Leiria


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