O teatro volta sempre ao lugar onde é feliz

Braga. Julho. Cultura. Teatro. Uma cidade de portas abertas. Sempre. Rir. Chorar. Aplausos que são bem vindos e merecidos. Sair de casa sem pressa de voltar, e quando isso acontecer, deitar a pensar que a arte é a verdadeira razão do nosso sorriso tardio. O Mimarte tem esse efeito. Torna as pessoas mais leves, muito mais felizes.

O teatro pode e dever ser como um ponto de viragem para as pessoas. Em cima do palco tudo se alinha. É perfeito. Não há tempo para erros nem para olhar para trás. É como na vida. Ganhamos tanto se assim for.
 Aproveitar o que as noites quentes de Julho nos oferecem é sinónimo de inteligência. De alegria. Da contagiante. O Mimarte que chega até nós de 1 a 9 de Julho não tem prazo de validade. Já faz parte da cidade e de quem nela habita. Recomeça ano após ano para nos surpreender. Obriga-nos a mergulhar nestas noites maiores sem receio, porque o que nos traz na sua mala é sempre bom.

lidia dias - mimarte 2016Para este ano, a bagagem vem recheada, são nove  as companhias de teatro que rumam até nós entre elas seis com sangue lusitanos e três pertencem a nuestros hermanos. Talvez por esta mistura tão saudável, Lídia Dias sente que o espectáculo que tem lugar no Rossio da Sé “já podia ser considerado um festival ibérico Americano”.

É na rua que o vamos sentir, é da rua que vai brotar a mais bela forma de cultura. A vereadora defende que é de todos e para todos. “É o teatro de rua, e para mim uma das formas mais democráticas de se fazer cultura. Também para dar possibilidade aqueles que não têm oportunidade de assistir a um conjunto de peças poder fazê-lo de forma livre e gratuita”, referiu.

São tantos lugares para onde o teatro nos transporta. Tanto mundo. Apreciemos. Estar e viver o Mimarte é uma forma de estar na vida.

Consulte aqui todo o programa.


Be first to comment