O propósito e o porquê de um monumento – Capela São João da Ponte


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“Ao longo da nossa existência vamos inevitavelmente acumulando memórias e referências, que nos vão moldando a identidade e definindo os nossos afectos e inclinações. Na memória de qualquer bracarense não faltam resquícios de noitadas sanjoaninas, bem passadas, passeios estivais nos pequenos botes de madeira suspensos sobre o grande lago do parque ou trilhos de cachecol ao peito em direcção ao estádio. O recinto de São João da Ponte é, por isso, espaço imponderável de identidade Bracarense.”

São estas algumas palavras que aparecem na contracapa da obra “São João da Ponte”, o pitoresco local da cidade de Braga”. Este livro comemora os 400 anos da Capela de São João da Ponte e apela principalmente ao sentimento, ao ato simbólico de ser bracarense. Braga é conhecida pelos seus monumentos, mas não são só essas maravilhas senão também estes espaços que carregam muitos anos de histórias, de culturas e vivências. A capela não é excepção, é o epicentro das festas sanjoaninas. Foram muitas as lavandeiras que fizeram nesse espaço a sua vida, e muitos prepararam o cereal para levar depois para a mesa, são estes alguns factos que não podem ser esquecidos e que devemos valorizar como bracarenses, é a história que sempre marcou a diferença.

rui ferreira-livro s joao da ponteA obra foi apresentada a 22 de Junho, sobre o lago “Este” pelo seu escritor Rui Ferreira que agradece a todos os órgãos que ajudaram na realização de esse “sonho” que consegui concretizar, embora, em tão pouco tempo, mas com muito orgulho “Espero que alguém um dia apareça, daqui a 100 anos, e que faça melhor, eu se tivesse tido mais tempo, faria melhor sem dúvida”.

O livro foi apresentado com o intuito de avivar memórias, de sedimentar afetos, especialmente de todas aquelas pessoas que viveram e que ainda vivem “ao pé” desta maravilha histórica, mas também para ajudar a decifrar como esse espaço nasce, como lugar de laser, de festas e até de vida. “esta capela nasce porque os bracarenses quiseram que ela nascesse aqui e porque os bracarenses queriam que fosse aqui o epicentro do seu momento especial do calendário que eram as festas do São João “Afirmou Rui Ferreira


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