Morreu a mais bela mulher do mundo

marilyn-monroe FNAC

Foto: Andre de Dienes

Dizia Marilyn Monroe que “mulheres bem comportadas raramente fazem história”. A actriz de “os homens preferem as loiras” tornou-se um icon intemporal de beleza. Por ocasião dos cinquenta anos da sua morte (1926 – 1962), a FNAC, em parceria com a TASCHEN, evoca dois momentos que marcaram de forma indelével a sua vida.
O primeiro, no tempo em que Marilyn ainda era morena e respondia pelo nome de Norma Jeane, remonta à altura em que a candidata a modelo conhece o fotógrafo Andre de Dienes, em plena década de quarenta, e vive com ele uma história de amizade e de amor. Como se pode verificar nas dez primeiras imagens desta exposição, a lente do fotógrafo de moda foi uma testemunha crucial da metamorfose de Norma Jeane em Marilyn Monroe.
O segundo, passado na fase em que a atriz assumia o papel de símbolo de glamour e de erotismo ao mesmo tempo que vivia uma vida pessoal de desespero e ruína, recupera a célebre sessão em que o fotógrafo Bert Stern captou a essência de Marilyn Monroe seis semanas antes de esta ter sido encontrada morta, na sua cama em Los Angeles.

bert stern marilyn monroe

Marilyn com Bert Stern

Entre um e outro momento, Marilyn Monroe tornou-se numa das principais figuras do cinema mundial através das suas interpretações em Gentlemen Prefer Blondes (1953), Bus Stop (1956), Some Like It Hot (1959) e, claro, The Misfits (1961).
Esta exposição, cujo título evoca o poema Na morte de Marilyn da autoria de Ruy Belo, é dedicada a todos aqueles que ainda hoje choram a sua morte e que compreendem a súplica do poeta ao demandar em vez de marilyn dizer mulher.

As fotografias que compõem esta exposição patente na FNAC do Braga Parque até ao final de Dezembro são parte integrante dos livros Marilyn de Andre de Dienes e Marilyn Monroe de Norman Mailer e Bert Stern, edições da TASCHEN.


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