Mariza vestiu de fado a noite branca de Braga

Mariza tinha um encontro marcado com esta cidade há tanto tanto tempo. Neste Setembro que começa inundado de aplausos e sorrisos, Mariza trouxe a alegria genuína de quem ama o que faz. O fado, esse malandro que se entranha na sua e a nossa vida. O ladrão de memórias. Aquele que nos traz abraços em cada sonoridade.

A Noite Branca arrancou com a força de uma voz que carrega dentro dela todo um país. Um legado. Um património. Creio que dá para perceber que os bracarenses adoram o que é nosso. De raiz. E tanto, tanto que o respeitam. Ao ouvir Mariza, ficamos reconciliados com o que fomos, somos e queremos ser. Há qualquer coisa de mágico, ali. Não conseguimos explicar o arrepio que sentimos em cada canção entoada. Existe qualquer coisa de muito superior e de muito incompreensível naquela força que ela carrega dentro da alma de fadista.

Abraçamos este Setembro e aplaudimos de pé a enorme Mariza !

 

 

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