“Mão Verde”: Onde a ecologia se funde com o rap

Cor. Cantarolar. Nunca como agora tudo se fundiu de uma maneira tão única. Verde. A urgência de tudo o que é belo e saudável. Mãos. Nunca como agora, tudo isto fez tanto sentido. Abraçar o ensinamento que vem de mão dada com o artístico. Aprender. Acolher este espetáculo numa vontade imensa que tudo seja recebido como uma mensagem a guardar. Entre cheiros e cores, esta performance obriga-nos a reforçar e redobrar o nosso sentido de proteção pelo que nos foi atribuído um dia.
Há muito que está mensagem precisava de existir. Há muito que isto tudo fazia sentido. Talvez ninguém se tivesse apercebido e foram fingindo que tudo estava no seu lugar. Consequências da inércia, da falta de vontade. O ponto agora é de viragem. Há gentes que se fazem ouvir. Com coisas bonitas. Educativas. Que fazem sentido. Que fazem falta. Que criam raízes dentro de quem os ouve e aplaude .

ng7627702“Mao Verde” chega ao Theatro Circo carregado de uma frescura única. Um concerto temático, em torno das plantas, da agricultura, da alimentação, dos cheiros das ervas aromáticas, da cor das flores e com uma clara motivação ecologista. Durante cerca de uma hora, sempre com momentos de interação com o público, sucedem-se canções alegres, com mensagens importantes, numa abordagem tão inteligente quanto engraçada dos temas quotidianos e do universo verde que nos rodeia; rimas, histórias, rap e jogos de palavras, sobre batidas coloridas e acompanhadas por diversos instrumentos tocados ao vivo. Ter a “mão verde” nasce da tradução de uma expressão francesa, que significa ter jeito para as plantas e talento para a jardinagem. Assim sendo, o “Mão Verde” é a celebração desse cuidado e serve para inspirar todos os pequenos jardineiros.

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