A história do piano e do Theatro que o ensinou a respirar

Das grandes casas nascem grandes ideias. O ciclo “RESPIRA! – o piano como pulmão” é provavelmente das mais brilhantes e refrescantes ideias que o Theatro Circo produziu nos últimos tempos. Tendo como premissa a cadência rítmica do piano, imagem sonora de um pulmão cuja função vital aqui se glorifica, a casa-mãe da cultura bracarense propõe, durante o mês de Maio, não uma, mas quatro lufadas de ar fresco com a presença inspiradora de Douglas Dare, já hoje à noite, Wim Mertens, no dia 13; Os Dakota Suite & Quentin Sirjacq , liderados pelo talentoso Chris Hooson, no dia 20 e, para terminar, Rufus Wainwright, que se apresenta a solo em em exclusivo no dia 31 de Maio.

Assumindo-se como pulmão cultural da cidade, o Theatro Circo não se limita ao suporte básico de vida, inovando e renovando a oxigenação e estímulo neuronal do seu público. “Respira”, mais do que uma ode ao instrumento a quem Chopin sussurrava os seus segredos é uma receita inteligente, temperada com nomes prestigiados como o mediático Win Mertens, com 60 discos editados mas também com ingredientes que prometem surpreender como o virtuoso Douglas Dare, os Dakota Suite, numa abordagem mais intimista e o multifacetado Rufus Wainwright. É arte que se respira.

Douglas Dare:

Wim Mertens:

Dakota Suite & Quentin Sirjacq:

Rufus Wainwright:

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