“Fardo”: uma passagem entre o sonho e o térreo

Num baloiçar entre o riso e o silêncio, entre o tudo e o nada, entre a vida por vezes triste e entre a morte que os actores conseguem pôr divertida, somos engolidos por um ciclo de histórias, vagueando entre o sonho e a realidade vivida num cenário constituído por um mundo imaginário e realidades dolorosas. Máscaras, fardos de palha, duas personagens e o desejo que o sono reparador lhes traga a garra e a motivação para um novo ciclo, o ciclo da vida, da passagem do escuro do Outono para o brilho da Primavera, da imperfeição para uma perfeição merecida.

 

 

Máscaras de madeira, quase reais , máscaras que interagem com o público e que nos saltam para o colo num jogo perfeito entre o palco e o seu público. O baloiçar das máscaras nas mãos e nas faces dos personagens remeteram todos os presentes na última noite de Mimarte para um espectáculo único e exuberante.

 

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